sábado, 24 de junho de 2017

Graça

Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos. DANIEL 1.9

Eu nada sabia sobre a confissão da fé, quando, na minha adolescência, conheci a Jesus. Mas, de alguma maneira, meu espírito me impulsionava a dizer essas coisas. Meu texto bíblico predileto era 2 Coríntios 5.17. Eu dizia a todas as pessoas que encontrava: "Sou nova criatura!" Respon­diam-me: "O que é isso?" E eu começava a pregar a respeito. Quando eu menos esperava, já havia um aglomerado de pessoas ao meu redor, ali mesmo, na rua!
Toda manhã, ao caminhar até a escola, fazia as minhas confissões com base em João 1.4 e no capítulo 1 de Daniel. Às vezes, eu e outros estudantes ocupávamos a rua inteira pela qual passávamos. Em algumas ocasiões, achavam que eu era louco, mas eu lhes explicava, enquanto andávamos.
Dizia: "Vejam bem, Daniel tinha achado graça diante do chefe dos eunucos, ou, como diríamos atualmente, diante do diretor do colégio. E foi Deus quem concedeu a Daniel o achar graça (favor ou misericórdia) diante dele".
Então, eu dizia a Deus: "Deus, dá-me graça diante de todos os professores. Obrigado por isso. Já recebi o que pedi".

Confissão: "Deus, dá-me graça diante do meu professor, do meu amigo, do meu colega, dentre outros. Obrigado por isso. Já recebi essa graça!"

Propósito do coração

E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar. DANIEL 1.8

Eu tinha dois textos bíblicos prediletos que lia ou citava diante do Senhor e nos quais baseava a minha confissão, todas as manhãs, quando ia a pé para o colégio. O primeiro deles era João 1.4. O segundo era o primeiro capítulo de Daniel.
Leia o capítulo um de Daniel e veja como ele e os três jovens hebreus, embora cativos, foram escolhidos a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus (Dn 1.4c).
A Bíblia diz que Daniel assentou no seu coração [firmou um propósito diante de Deus]. Eu empregava essa expressão diante do Senhor. Eu sabia que, apesar de não viver segundo o Antigo Testamento, isto é, debaixo da Lei mosaica, havia aqui um princípio que eu podia seguir.
Os judeus não deviam comer determinados alimentos, mas essa proibição não se aplica a nós, posto que não vivemos na época da lei, mas da graça. A Palavra de Deus diz: Porque toda criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificada (1 Tm 4.4,5).
Passei a seguir, portanto, o mesmo princípio observado por Daniel. Todas as manhãs, eu falava assim com o Senhor: "Assento no meu coração andar na luz da vida".


Confissão: "Assento no meu coração andar na luz da vida. Andarei na luz, com base na vida de Deus em mim".

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Crescimento

Nele [Jesus], estava a vida [zoé] e a vida [zoé] era a luz dos homens. JOÃO 1.4

A vida que você recebeu, por meio do novo nascimento, afetará seus pensamentos e seu intelecto.
Foi assim que aconteceu comigo. Recebi a vida eterna na adolescência, quando estava enfermo, em um leito, em 22 de abril de 1933. No dia 8 de agosto de 1934, fui curado pelo poder de Deus, mediante a fé e a oração.
Depois da minha cura, voltei ao colégio. Durante os 16 meses em que fiquei confinado à cama, perdi um ano escolar e, nos dois anos de escola que cursara antes, tinha sido um aluno nota D.
Naqueles tempos, eu não conhecia a palavra zoé, mas tinha a minha Bíblia, e o Espírito de Deus me orientava. Todos os dias, ao ir à escola, eu falava o seguinte:
"A vida estava nEle, e a vida era a luz dos homens. A vida de Deus está em mim. Esta vida é a luz (eu sabia que a luz representava a iluminação). Esta vida está crescendo no meu interior. Esta vida está desenvolvendo meu espírito. Esta vida está desenvolvendo a minha mentalidade. Tenho Deus em mim. Tenho a Sua sabedoria e o Seu poder em mim".


Confissão: "Faça sua confissão hoje, fundamentada em João 1.4, e confesse a vida de Deus em você como sua luz".

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Transformação

Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura. GÁLATAS 6.15

Porque nem a circuncisão [agora] é de alguma importância, nem a incircuncisão, mas [somente] uma nova criação [o resultado de um novo nascimento e de uma nova natureza em Cristo Jesus, o Messias]. GÁLATAS 6.15 (AB)

A primeira coisa que zoé faz com o homem é transformar o seu espírito. Sua natureza torna-se, então, co-participante da de Cristo; zoé faz do homem uma nova criatura: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (2 Co 5.17).
Esse novo homem, ou nova criatura, deverá, portanto, permitir que seu homem interior o domine. Quando nós, cristãos, procedemos dessa forma, deixamos que a vida de Deus, em nosso íntimo, fale por nós.
As pessoas percebem os efeitos dessa vida de Deus dentro de nós. Percebem as mudanças em nossos hábitos, em nossa conduta, em nossa fala e assim por diante. Os criminosos são convertidos em cidadãos; os ladrões se tornam honestos; aquele que se embriagava não mais o faz; e as prostitutas deixam os seus caminhos pecaminosos. Nenhum caso é incurável!
Ao receber essa vida [zoé], o homem descobre um novo tipo de amor, o ágape. Quando o cristão permitir que esse amor o domine, a causa das discórdias nos lares - o egoísmo - será eliminada.


Confissão: "Sou uma nova criatura. A vida e a natureza de Deus foram transmitidas ao meu espírito. Deixarei que a vida dEle e o Seu amor me dominem".

terça-feira, 20 de junho de 2017

Tem

Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida [zoé] eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. JOÃO 5.24

Você tem a vida eterna! Ela não é algo que você só vai receber quando chegar ao céu; você tem zoé agora!
Se , porem, você nada sabe a respeito dessa vida, jamais poderá desfrutar das realidades dela.
Na vida física, você pode possuir alguma coisa e nem saber que a possui. Isso de nada lhe servirá. Vou ilustrar o que disse acima relatando um fato que aconteceu comigo. Há algum tempo, antes do Natal de 1947, separei um pouco de dinheiro para o presente da minha esposa. Para começar, coloquei uma nota de 20 dólares em um compartimento secreto da minha carteira. Em seguida, esqueci-me totalmente daquele dinheiro. Poucas semanas mais tarde, a gasolina do meu carro acabou. Não tendo dinheiro disponível para comprar mais combustível, tive de telefonar a um dos diáconos da igreja, pedindo que ele me buscasse. Mais tarde, ao examinar o conteúdo daquela carteira, achei os 20 dólares os quais eu havia guardado. Ora, não se pode dizer que eu estava sem dinheiro quando acabou a gasolina do meu carro. Eu tinha a quantia de que necessitava, mas não me tinha apercebido disso.
Deus nos deu a Sua Palavra para que descobríssemos nEla a vida eterna e para que andássemos na luz.


Confissão: "Aprenderei a andar na luz, pois tenho a vida eterna".

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Recebendo-O

Mas a todos quantos o receberam (Jesus Cristo] deu-lhes o poder [o direito] de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome. JOÃO 1.12

Receber Jesus Cristo é um ato voluntário. Assim, o homem é quem decide se agirá ou não segundo a Palavra de Deus. Ele sabe que precisa do Salvador; que, sozinho, não tem acesso a Deus, nem à vida eterna. Sabe, também, que pode levantar os olhos para Deus e orar, dizendo:
"Pai, venho a Ti em Nome do Senhor Jesus Cristo. Sei que não me repudiarás nem me expulsarás, porque disseste na Tua Palavra: O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora (Jo 6.37b). Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Creio que Ele morreu pelos meus pecados. Creio que Ele foi ressuscitado dentre os mortos para a minha justificação.
Justificar-me quer dizer endireitar a minha situação diante de Deus. Creio que, por causa da Sua morte, do Seu sepul­tamento e da Sua ressurreição estou justificado. Recebo, portanto, a Jesus como meu Salvador e O confesso como meu Senhor. A Tua Palavra diz, em Romanos 10.13: Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Estou invocando o Teu Nome, logo sei que sou salvo. E Tu disses­te: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo (Rm 10.9). Estou confessando com a minha boca. Creio nisso em meu coração, logo sou salvo. Tu disseste: Com o coração se crê para a justiça (Rm 10.10a), e com meu coração creio que fui justificado diante de Deus. Tu disseste: Com a boca se faz confissão para a salvação (Rm 10.10b). Portanto, com minha boca confesso: Sou salvo! Obrigado, Senhor!"

domingo, 18 de junho de 2017

No que devemos crer

Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. 1 CORÍNTIOS 15.3,4

Li, há algum tempo, sobre um suposto ministro do Evangelho. Ele era um homem famoso e, quando chegou a certa cidade grande, os repórteres perguntaram-lhe a respeito de um artigo, no qual ele declarara: "Há dúvida no que tange ao fato de Jesus realmente ter ressuscitado dentre os mortos. Todavia, não faz diferença se Ele ressuscitou ou não".
Faz toda a diferença!
Assim como céu e inferno são instâncias diferentes, há diferença entre ser perdido e ser salvo; entre a vida e a morte espiritual!
Recebemos a vida eterna, ou seja, nascemos de novo, quando cremos que Jesus Cristo é o Filho de Deus; que Ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou dentre os mortos!


Confissão: "Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que Ele morreu pelos meus pecados, Creio que Ele foi ressuscitado dentre os mortos para a minha justificação, ou seja, para a minha comunhão com Deus. Creio, em meu coração, que eu sou a justiça de Deus (2 Co 5.21). Sou justificado por meio do sacrifício de Jesus".